Dra. Kristine Fortunato
Reabilitação oral
Conduz os casos de reabilitação em conjunto com o Prof. Fernando. Trabalhar a quatro mãos permite dividir as etapas longas e manter o planejamento sempre revisado por duas cabeças.
CRO-MG 63376
Santa Efigênia · Belo Horizonte · desde 2009
Reabilitação oral com implantes e próteses. Um planejamento cuidadoso, apresentado e discutido com você em uma consulta essencial.
Fale com a recepção pelo WhatsApp ou por telefone. Segunda a sexta, das 9h às 18h45.
O que fazemos primeiro
Perder dentes não é só uma questão de aparência. Muda o que você consegue comer, o jeito de falar e a vontade de sair de casa. A reabilitação devolve a função — e a aparência vem junto.
Na primeira consulta você entende o que é possível e recebe o plano por escrito.
Como funciona
A ordem importa, e cada etapa tem um motivo. O tempo total varia de pessoa para pessoa — na avaliação você recebe a estimativa do seu caso.
Exame da boca, do que já existe de prótese e do que incomoda. Você conta o que quer resolver; nós contamos o que é possível.
1 consultaRadiografias e tomografia mostram a altura e a espessura do osso. Com isso definimos quantos implantes, onde e que tipo de prótese — e você recebe o plano com os valores por escrito.
Antes de qualquer procedimentoQuando necessário: limpeza, tratamento de gengiva, extrações ou enxerto ósseo. Implante em boca inflamada não se sustenta, então essa etapa não se pula.
Varia conforme o casoCirurgia com anestesia local, feita no consultório. Na maioria dos casos você volta para casa no mesmo dia, com orientações de cuidado e retorno marcado.
Sessão cirúrgicaO osso precisa se integrar ao implante antes de receber carga. Nesse período você não fica sem dente: usamos uma prótese provisória.
Período de espera necessárioMoldagem, prova e ajuste até a mordida ficar confortável. Ajuste fino faz parte — a prótese é entregue quando você consegue comer com ela, não antes.
Algumas sessõesRetornos periódicos para revisar a mordida, a gengiva e a higiene. Implante bem cuidado dura muitos anos; implante esquecido, não.
ContínuoO prazo sai depois dos exames, junto com o orçamento.
Por que não adiar
Durante muito tempo, faltar dente foi tratado como assunto de aparência. As pesquisas das últimas duas décadas mostraram outra coisa: quem perde a capacidade de mastigar tende a envelhecer pior — e isso aparece nos números de saúde geral, não só nos de saúde bucal.
Em um acompanhamento de 19.427 adultos nos Estados Unidos, quem havia perdido os dentes das duas arcadas apresentou aumento de 102% na mortalidade por todas as causas em comparação com quem não tinha perda dentária. Perder apenas a arcada superior já esteve associado a 61% mais risco.
NHANES 2009–2020 · BMC Oral Health
Uma revisão sistemática concluiu que ser desdentado ou ter menos de 10 dentes funciona como indicador preditivo de mortalidade cardiovascular, com risco estimado 66% maior. A perda dentária pode funcionar como um marcador do estado geral de saúde e do envelhecimento.
Revisão sistemática com meta-análise · American Journal of Medicine
Reunindo 14 estudos e 34.074 adultos, pessoas com mais perda dentária tiveram risco 1,48 vez maior de desenvolver comprometimento cognitivo e 1,28 vez maior de receber diagnóstico de demência. Entre os que perderam todos os dentes, o risco de comprometimento cognitivo foi 1,54 vez maior.
Meta-análise dose-resposta · JAMDA, 2021
Num estudo populacional com adultos a partir dos 45 anos, a perda total dos dentes esteve associada a mais que o dobro de risco de sarcopenia em todas as faixas etárias — a perda progressiva de músculo que rouba força, equilíbrio e autonomia. O grupo também apresentou declínio cognitivo maior ao longo do acompanhamento.
China Health and Retirement Longitudinal Study
Não é mistério. Quem não mastiga bem troca carne, salada e frutas por comida macia e processada — e a alimentação empobrece sem que a pessoa perceba. A dificuldade de mastigar pode levar a deficiências nutricionais e a alterações no cérebro. Some-se a isso a inflamação crônica: marcadores inflamatórios elevados, como proteína C-reativa e interleucina-6, aparecem associados tanto à perda total dos dentes quanto ao aumento do risco de morte.
Há ainda o lado que ninguém mede em exame: deixar de sorrir em foto, evitar comer na frente dos outros, falar menos. O isolamento também cobra seu preço na saúde.
O outro lado da mesma pesquisa
Este é o achado mais importante para quem já perdeu dentes. Na mesma meta-análise, a associação entre perda dentária e comprometimento cognitivo deixou de ser significativa entre os participantes que usavam prótese. Entre quem tinha dentes faltando, 23,8% dos que não usavam prótese apresentavam comprometimento cognitivo, contra 16,9% dos que usavam.
Os pesquisadores concluíram que o tratamento protético feito em tempo hábil pode proteger contra o declínio cognitivo. Em outras palavras: o risco descrito acima não é uma sentença. Ele acompanha a boca que ficou sem função — e a função pode ser devolvida.
Agendar uma avaliaçãoA meta da Organização Mundial da Saúde é chegar à velhice com pelo menos 20 dentes. Manter ao menos 20 dentes reduz significativamente o risco de desfechos clínicos desfavoráveis em idosos. Abaixo disso, a mastigação começa a ficar comprometida — e é aí que a reabilitação entra, seja recuperando o que existe, seja repondo o que faltou.
Nota metodológica: os estudos citados são observacionais e demonstram associação, não relação de causa e efeito comprovada. Os valores se referem a médias de grandes populações e não preveem o que acontecerá com uma pessoa em particular. Esta página tem finalidade informativa e não substitui a avaliação clínica individual.
E função pode ser devolvida. Comece pela avaliação.
Casos clínicos
Registros de diagnóstico e de resultado de casos conduzidos no consultório, de coroas em cerâmica a próteses totais. Cada boca é diferente: o que estas imagens mostram é o tipo de trabalho feito aqui, não uma previsão do seu resultado.

Os incisivos centrais chegaram desgastados, escurecidos e com contornos desiguais — um deles mais curto que o outro, o que puxava o olho de quem conversava com a paciente.
A reabilitação em cerâmica devolveu forma, proporção e cor, e o contorno da gengiva acompanhou o novo formato dos dentes. O resultado se integra aos dentes vizinhos naturais, sem aquele branco de bloco único.

No diagnóstico, a gengiva estava vermelha e inchada em volta das restaurações antigas. Isso quase sempre indica que a peça não está bem adaptada: sobra degrau, acumula placa, e o tecido reage.
Nenhuma cerâmica se sustenta sobre gengiva inflamada. Tratado o tecido e refeitas as peças com adaptação correta, a gengiva voltou ao tom rosa firme, sem sangramento — que é o sinal de que o trabalho vai durar.

Um caso mais extenso: dentes superiores e inferiores desgastados, com manchas escuras, alturas irregulares e uma mordida que já não distribuía bem a força da mastigação.
O planejamento tratou as duas arcadas em conjunto, porque mexer só em cima teria devolvido a aparência sem resolver a função. O resultado é um sorriso restabelecido — e, principalmente, uma mordida que volta a trabalhar.

Esta é uma prótese total superior antes de ser instalada. O que separa uma peça bem-feita de uma peça genérica está nos detalhes: o desenho da base acompanha o formato real da gengiva de quem vai usar, e por isso a prótese apoia por igual em vez de balançar.
Os dentes são escolhidos e posicionados em função do rosto, do lábio e da idade da pessoa — não em fileira reta e branca. A resina da gengiva também recebe variação de tom, para que a peça não denuncie o que é ao sorrir.

No diagnóstico, os dentes superiores estavam manchados, gastos e com alturas irregulares — um conjunto que já não sustentava bem nem a mastigação nem o lábio.
Com a prótese superior instalada, o paciente recupera altura, contorno e apoio para o lábio. Repare que os dentes inferiores naturais foram mantidos: reabilitar não significa substituir tudo, e o que ainda funciona bem permanece.
O caso mais extenso desta página. A arcada superior chegou com uma reabilitação antiga que já não acompanhava a gengiva nem a mordida — margens escurecidas, metal aparecendo entre os dentes e desajuste no encaixe com os inferiores naturais.
A solução foi um protocolo fixo: implantes instalados no osso e, sobre eles, uma peça única aparafusada. Diferente da dentadura, ela não sai da boca e não se apoia na gengiva — quem sustenta a mastigação são os implantes. As duas fotos da peça mostram, por baixo, os canais por onde ela se prende a cada implante.






A arcada inferior já não tinha dentes: restava o rebordo, com os implantes instalados e seus intermediários à mostra — a base metálica onde a prótese vai se prender. Nas fotos iniciais dá para contar os pontos de apoio distribuídos ao longo do osso.
Sobre eles foi feita uma peça única em resina acrílica, aparafusada. Diferente da dentadura, ela não se apoia na gengiva nem sai da boca: quem sustenta a mastigação são os implantes. O acrílico é mais leve, mais fácil de reparar e de reembasar conforme a gengiva muda de volume — o que pesa especialmente embaixo, onde a reabsorção óssea costuma ser maior ao longo dos anos.




Imagens publicadas com autorização prévia dos pacientes, por meio de Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, conforme a Resolução CFO-196/2019. Todos os casos são de autoria do profissional identificado. Os resultados variam conforme as condições clínicas de cada pessoa e não podem ser garantidos.
Toda boca é. Por isso a conversa começa pelo exame.
Responsável técnico
Cirurgião-dentista · Mestre em Prótese Dentária · CRO-MG 37590
Formado pela UFMG em 2009, dedicou os anos seguintes a duas especializações e a um mestrado — todos na mesma direção: reconstruir dentes perdidos com implante e prótese. Desde 2017 também ensina prótese na graduação e na pós-graduação, e coordena a especialização em Prótese Dentária do Centro Universitário Newton Paiva.
A equipe
Uma equipe pequena e fixa. Você é atendido sempre pelas mesmas pessoas, que conhecem seu caso e conversam entre si sobre ele.
Reabilitação oral
Conduz os casos de reabilitação em conjunto com o Prof. Fernando. Trabalhar a quatro mãos permite dividir as etapas longas e manter o planejamento sempre revisado por duas cabeças.
CRO-MG 63376
Ortodontia e Endodontia
Responsável pelos aparelhos ortodônticos e pelos tratamentos de canal. É quem resolve o que precisa ser alinhado ou salvo antes de uma prótese entrar — e, muitas vezes, o que evita a prótese.
CRO-MG 38254
Auxiliar em saúde bucal
Recebe você na chegada, prepara a sala, acompanha os procedimentos e organiza os retornos. É o rosto conhecido do consultório e quem costuma tirar as dúvidas do dia a dia.
CRO-MG 17798
Como é ser atendido aqui
A agenda é montada com espaço entre pacientes. Ninguém é atendido com o próximo esperando na porta.
Você vai entender o que tem, o que será feito e por quê — sem termo técnico solto e sem pressa para assinar nada.
Valores, etapas e formas de pagamento no papel, antes de começar. Se o plano mudar no meio, você é avisado antes.
Filhos e acompanhantes são bem-vindos na consulta. Decisão de tratamento longo é mais tranquila quando alguém de confiança ouve junto.
Pressão, diabetes, anticoagulantes e osteoporose mudam o planejamento. Traga a lista dos seus medicamentos na primeira consulta.
Quem avalia é quem trata e quem acompanha depois. Você não recomeça a história a cada retorno.
Marque uma avaliação e traga quem você quiser junto.
Também atendemos
Boa parte de uma reabilitação depende de resolver o que está em volta. Isso é feito aqui mesmo, sem encaminhar você para outro lugar.
Alinhar os dentes não é só estética: dente torto atrapalha a mastigação, a limpeza e o encaixe de uma prótese futura. Não existe idade máxima para tratar.
Quando o nervo do dente inflama ou infecciona. Feito com anestesia e com um objetivo claro: manter o dente natural em pé sempre que ele ainda tiver salvação.
Remoção de tártaro e placa que a escova não alcança. É o que protege a gengiva — a base de qualquer prótese, implante ou dente que você queira manter.
Resolvemos tudo aqui, sem encaminhar você para outro lugar.
Perguntas frequentes
A cirurgia é feita com anestesia local, então durante o procedimento você não sente dor. No pós-operatório é normal haver inchaço e desconforto por alguns dias, controlados com a medicação prescrita. Você recebe orientação escrita e um contato para dúvidas nesse período.
Idade sozinha não impede. O que precisa ser avaliado é a quantidade de osso, a saúde da gengiva e as condições gerais de saúde, incluindo medicamentos de uso contínuo. Muitos pacientes fazem reabilitação com implantes depois dos 70. A avaliação com exames responde isso para o seu caso.
Não. Enquanto os implantes cicatrizam, é usada uma prótese provisória para que você possa se alimentar e conviver normalmente. A prótese definitiva entra depois, quando a boca está pronta para recebê-la.
Em muitos casos sim, com implantes que sustentam uma prótese fixa ou uma prótese removível que se encaixa e não escapa. Depende de quanto osso restou, e isso só a tomografia mostra. Vale a avaliação mesmo que outro profissional já tenha dito que não era possível.
Varia bastante conforme a quantidade de implantes, a necessidade de enxerto ósseo e a cicatrização de cada pessoa. Por isso o prazo é dado depois dos exames, junto com o orçamento, e não por telefone.
Rua Domingos Vieira, 273, salas 907 e 910, no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte. De carro, há estacionamento rotativo na rua e estacionamentos privados nas redondezas. De transporte público, a estação Santa Efigênia do metrô fica próxima, e diversas linhas de ônibus atendem a região.
Não trabalhamos com planos odontológicos. O atendimento é particular, com condições de pagamento facilitadas — as formas e o parcelamento são combinados junto com o orçamento, antes de o tratamento começar.
Mande a pergunta pelo WhatsApp. A gente responde antes de você marcar.
Contato
Fale com a recepção pelo WhatsApp ou por telefone. Se preferir, escreva contando o que está incomodando — a gente responde e marca o horário.
Rua Domingos Vieira, 273
Salas 907 e 910 · Santa Efigênia
Belo Horizonte – MG · CEP 30150-240
Segunda a sexta, 9h às 18h45
Ligue ou mande mensagem para escolher o melhor horário.
Para cirurgiões-dentistas
Cursos em formato de imersão, ministrados pelo Prof. Fernando Porfírio — mestre em Prótese Dentária, professor adjunto e coordenador da especialização em Prótese Dentária do Centro Universitário Newton Paiva.
A imersão em prótese dentária foi precursora em Minas Gerais e mantém alto índice de satisfação entre os participantes.
Área do aluno · Suporte técnico Comunidade Porfírio Onde a equipe do Prof. Fernando responde caso a caso. Foco em alto rendimento e em soluções clínicas na reabilitação com próteses dentárias. Acessar a comunidadePlanejamento, preparo, moldagem e prova. O raciocínio clínico que decide o que reabilitar, com que material e em que ordem.
Restaurações diretas e indiretas: forma, cor e textura. Como devolver função e estética preservando o máximo de estrutura dentária.
Do planejamento cirúrgico à prótese sobre implante. Leitura de tomografia, escolha do sistema e resolução das complicações mais comuns.
Turmas reduzidas, com carga concentrada e trabalho prático. A proposta é sair executando, não apenas assistindo — por isso cada participante trabalha em bancada durante o curso.
Completar aqui: carga horária, cidade e próximas turmas.
Pós-graduação
Para quem quer ir além da imersão e sair com o título de especialista. O Prof. Fernando Porfírio coordena turmas de especialização em dois estados.
Belo Horizonte · MG
Coordenada pelo Prof. Fernando Porfírio, onde ele também é professor adjunto de Prótese Fixa e Removível na graduação.
Itabuna · Sul da Bahia
Conduzida ao lado do Prof. João Leahy, referência de ensino no sul da Bahia. Turmas e datas são divulgadas no Instagram do instituto.
A imersão dá o gesto técnico em poucos dias; a especialização dá o percurso completo — fundamentação, casos acompanhados do início ao fim e o registro do título no CRO.
Mande mensagem para receber o conteúdo programático e as próximas turmas.
Soluções em Prótese · Conhecimento. Suporte. Conexão. Excelência.
Todos os dias, dentistas tomam decisões complexas que impactam diretamente os resultados dos seus pacientes. E, muitas vezes, essas escolhas são feitas de forma individual, sem espaço para discussão, orientação ou troca de experiências.
O alto rendimento profissional não nasce do isolamento. Ele é construído com conhecimento, suporte e decisões assertivas. A Comunidade Porfírio nasceu para que você nunca mais precise decidir sozinho.
O que é a comunidade
Um ambiente de desenvolvimento contínuo, criado para profissionais que buscam excelência em prótese e desejam ter apoio técnico para conduzir seus casos com mais confiança.
Aqui você encontra aprendizado prático, troca de experiências e acesso a uma equipe comprometida com a sua evolução clínica.
O que você vai encontrar
O grande diferencial
Ter conhecimento é essencial. Mas ter uma equipe experiente para discutir casos, validar condutas e oferecer direcionamento nos momentos decisivos é o que diferencia profissionais que apenas executam daqueles que atuam com previsibilidade e alta performance.
Você terá com quem contar.
Porque grandes decisões não precisam ser tomadas sozinho.
Matrícula
A matrícula garante acesso à comunidade e também às aulas mensais fechadas, com temas altamente relevantes da prótese, atualizações científicas e estratégias aplicáveis à rotina clínica.
Mesmo acesso à comunidade e às aulas mensais fechadas, com renovação mensal — para quem prefere experimentar antes de assumir o ano inteiro.
Descrever aqui o que muda em relação ao plano anual e informar os valores.
Quero entrar para a comunidadePara quem é
Decida com suporte. Execute com confiança. Alcance um novo nível de rendimento profissional.
Conheça os cursos de prótese dentária, dentística e implantes, e a especialização.
Estrutura física
O espaço fica na área hospitalar de Belo Horizonte, em um conjunto de salas de aproximadamente 100 m² — localização fácil de alcançar, seja de carro, de metrô ou de ônibus.
Reabilitação oral exige precisão em etapas pequenas e demoradas. Por isso o consultório reúne equipamento de ponta para todos os tratamentos que oferecemos, e um processo de esterilização controlado e seguro em cada atendimento.
Equipamentos
Tecnologia sueca que mede a estabilidade do implante dentro do osso e transforma em número o que antes era só impressão clínica. É o aparelho que diz, com segurança, quando o implante já pode receber a prótese.
Motores e peças retas da austríaca W&H e da japonesa NSK, duas referências mundiais em precisão. Cortam com menos vibração, menos calor e mais controle — o que preserva estrutura do dente e reduz o desconforto na cadeira.
Motor alemão para tratamento de canal, com localizador apical integrado: mede o comprimento do canal enquanto trabalha e para sozinho ao chegar ao fim da raiz. Menos radiografia e mais previsibilidade em um procedimento que depende de milímetros.
Ampliação óptica para os procedimentos mais delicados. O que o olho nu não vê — uma margem mal adaptada, uma fresta na gengiva — aparece ampliado e é corrigido ali mesmo.
Sessões de reabilitação são longas. As cadeiras foram escolhidas pensando em quem passa uma hora ou mais deitado, com apoio adequado para coluna e pescoço.
Biossegurança
Todo instrumental passa por um fluxo definido de limpeza, embalagem, esterilização e armazenamento, com controle a cada ciclo. Nada volta para a sala sem ter percorrido esse caminho inteiro.
É a parte do trabalho que o paciente não vê e que, justamente por isso, não pode depender de improviso.
Rua Domingos Vieira, 273 · Salas 907 e 910 · Santa Efigênia, Belo Horizonte.